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terça-feira, 14 de agosto de 2012



fotos de Sofia Maria
Pintura a óleo de 1870 por Ford Madox Brown retratando a famosa cena do terraço de Romeu e Julieta.
Romeu e Julieta (no original em inglês Romeo and Juliet) é uma tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare, sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A peça ficou entre as mais populares na época de Shakespeare e, ao lado de Hamlet, é uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro. Hoje, o relacionamento dos dois jovens é considerado como o arquétipo do amor juvenil.
Romeu e Julieta pertence a uma tradição de romances trágicos que remonta à antiguidade. Seu enredo é baseado em um conto da Itália, traduzido em versos como A Trágica História de Romeu e Julieta por Arthur Brooke em 1562, e retomado em prosa como Palácio do Prazer por William Painter em 1582. Shakespeare baseou-se em ambos, mas reforçou a ação de personagens secundários, especialmente Mercúcio e Páris, a fim de expandir o enredo. O texto foi publicado pela primeira vez em um quarto[a] de 1597 mas essa versão foi considerada como de péssima qualidade, o que estimulou muitas outras edições posteriores que trouxeram consonância com o texto original shakespeariano.
A estrutura dramática usada por Shakespeare—especialmente os efeitos de gêneros como a comutação entre comédia e tragédia para aumentar a tensão; o foco em personagens mais secundários e a utilização de sub-enredos para embelezar a história—tem sido elogiada como um sinal precoce de sua habilidade dramática e maturidade artística. Além disso, a peça atribui distintas formas poéticas aos personagens para mostrar que eles evoluem; Romeu, por exemplo, fica mais versado nos sonetos a medida que a trama segue.
Em mais de cinco séculos de realização, Romeu e Julieta tem sido adaptada nos infinitos campos e áreas do teatro, cinema, música e literatura. Enquanto William Davenant tentava revigorá-la durante a Restauração Inglesa, e David Garrick modificava cenas e removia materiais considerados indecentes no século XVIII, Charlotte Cushman, no século XIX, apresentava ao público uma versão que preservava o texto de Shakespeare. A peça tornou-se memorável nos palcos brasileiros com a interpretação de Paulo Porto e Sônia Oiticica nos papéis principais, e serviu de influência para o Visconde de Taunay em seu Inocência, também baseado em Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, considerado o "Romeu e Julieta lusitano". Além de se mostrar influente no ultrarromantismo português e no naturalismo brasileiro, Romeu e Julieta mantém-se famosa nas produções cinematográficas atuais, notavelmente na versão de 1968 de Zeffirelli, indicado como melhor filme, e no mais recente Romeu + Julieta, de Luhrmann, que traz seu enredo para a atualidade

quinta-feira, 19 de julho de 2012

LUAN SANTANA É MUITO LINDO DEMAIS

EU AMO LUAN  SANTANA






EU  AMO LUAN SANTANA MAIS QUE TUDO NA MINHA VIDA!!!






ESSA   É  A  TAMARA




O poema relata o regresso do protagonista, um herói da Guerra de Troia, Odisseu (ou Ulisses, como era conhecido na mitologia romana). Como se diz na proposição, é a história do “herói de mil estratagemas que tanto vagueou, depois de ter destruído a acrópole sagrada de Troia, que viu cidades e conheceu costumes de tantos homens e que no mar padeceu mil tormentos, quanto lutava pela vida e pelo regresso dos seus companheiros”. Odisseu leva dezessete anos para chegar à sua terra natal, Ítaca, depois da Guerra de Troia, que também havia durado dez anos.[3]
A obra continua a ser lida por todo o mundo, tanto no original, escrito no chamado grego homérico, como em inúmeras traduções para os idiomas atuais. O poema foi composto originalmente seguindo a tradição oral, por um aedo, provavelmente um rapsodo, e destinava-se mais a ser cantada do que lida.[4] Os detalhes das antigas performances orais da Odisseia, e de sua conversão a uma obra escrita, continuam até hoje a inspirar debates entre os estudiosos. A obra, que abrange 12.110 versos no hexâmetro dactílico.[5] foi escrita num dialeto poético, que não pertence a qualquer região definida. A linguagem homérica combina locais e tempos numa linguagem à parte, feita para a epopeia.Nunca foi falada por ninguém. Foi-o somente pelos poetas[6].
A trama da narrativa, surpreendentemente moderna na sua não-linearidade, apresenta a originalidade de só conservar elementos concretos, directos, que se encadeiam no poema sem análises nem comentários. A análise psicológica, a análise do mundo interior, não era ainda praticada. As personagens agem ou falam; ou então, falam e agem. E falam no discurso directo, diante de nós, para nós – preparando, de alguma forma, o teatro[7]. Os eventos narrados dependem tanto das escolhas feitas por mulheres, criados e escravos quanto dos guerreiros.
Enquanto a Ilíada é uma história de guerra, a Odisséia é basicamente uma história de viagens fantásticas. Nela, [Homero] relata as aventuras de Odisseu após a Guerra de Tróia. Durante dez anos o herói tenta retornar a Ítaca, seu reino, onde o aguardam ansiosos o pai Laerte, a esposa Penélope e o filho Telêmaco; numerosas aventuras, porém, retardam sua volta. Em Ítaca, a esposa (Penélope) e o filho (Telêmaco) são constantemente achacados por uma chusma de pretendentes ao trono e à esposa de Odisseu, que é dado como desaparecido.
O poema começa no vigésimo ano de sua partida para Tróia (dez anos de guerra, mais dez anos de viagens), e as aventuras dos anos anteriores são contadas pelo próprio Odisseu. Ao mesmo tempo, o narrador relata as peripécias do jovem Telêmaco, que procura desesperadamente o pai por causa dos atrevidos pretendentes que ameçam sua vida, dissipam seus bens e cobiçam sua mãe. No final, é claro, Odisseu consegue retornar ao lar e à família, matar todos os pretendentes e recuperar seu reino

sábado, 7 de julho de 2012

A Odisseia: Ulisses volta para a casa

Ulisses era rei de Ítaca, e lá morava com a mulher, Penélope, e o filho, Telêmaco. Quando foi declarada a guerra contra Troia, ele fez de tudo para não partir, até se fingiu de doido, mas logo descobriram seu artifício. Os gregos teriam perdido a guerra se Ulisses não tivesse a ideia de construir um cavalo de madeira, o “Cavalo de Troia”, para abrigar os guerreiros dentro. Os troianos pensaram que os gregos tivessem fugido e deixado o cavalo como presente, então o colocaram na cidade.